MARIANA ESTER - MINHA NETA

MARIANA ESTER - MINHA NETA

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Segunda Fase do GESTAR II


OLA! Finalmente estamos na segunda fase do GESTAR II.

Vamos dar continuidade ao nosso trabalho e você continua como convidado para visitar este cantinho. Ele é e será sempre nosso!

Na troca de experiência o pequeno se faz grande e o grande se faz indispensável. Que tal crescermos juntos!

Já dizia um grande sábio

O saber se compartilha

As experiências se divide

Pelos caminhos e trilhas

Do conhecimento que se invade

Para não ser uma ilha!

Estudar e aprender

Duas palavras interessantes

Por estudo e por saber

Vivo uma vida incessante

Quanto mais aprendo mais estudo

Descobrindo que na vida

O que se aprende é inconstante!

Ensinamos, aprendemos

Nós damos, mas recebemos

E nesta troca buscamos

Sermos um pouco serenos

As experiências dos outros

Querem que experimentemos!

O GESTAR é uma experiência

Que com certeza deu certo

Esperamos que o trabalho

Desenvolvido correto

Renda frutos e mais frutos

A semente que floresce!!!

DÉCIMO SEGUNDO ENCONTRO

Universidade de Brasília - UnB

Centro de Interdisciplinar de Formação Continuada

Área de Formação: Língua Portuguesa
Coordenador (a) da Área de Formação: Profa. Zildiler Moreira da Silva

Formador - UnB: Prof. Ricardo
Formadora Municipal: Edileusa Moreira da Silva Fernandes
Estado: RN Município: Cel. João Pessoa
Nº. de cursistas: 05 (cinco) cursistas
Mês de referência: Outubro/2009

RELATÓRIO DO DÉCIMO SEGUNDO ENCONTRO – GESTAR II

LÍNGUA PORTUGUESA

Oi! Mais uma vez sejam Bem-Vindos!!!

Esse é o nosso ultimo encontro da primeira etapa. Nele vamos relatar um pouco do que estudamos, trabalhamos, inclusive do TP5, unidades 19 e 20, as quais estão inseridos no planejamento do 11º encontro. O mesmo se realizou na Secretaria Municipal de Educação, no dia 05 de outubro do ano em curso das sete e trinta às onze horas e trinta minutos. Sempre para iniciar, lemos um texto ou trecho relacionado, de certa forma, com o que estamos trabalhando no momento, o qual chamamos de reflexão, em seguida vivemos outros momentos:


1° momento: a reflexão;

A Lição da Borboleta


"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo.
A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de
suportar o corpo que iria se afirmar a tempo.
Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida
rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas.
Ela nunca foi capaz de voar! O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar. Eu pedi amor...
e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades.

"Eu não recebi nada do que pedi...
mas eu recebi tudo de que precisava".

(Autor Desconhecido)


A mensagem foi lida refletida, discutida e muitos elementos estavam inseridos na nossa vida profissional, especialmente no trabalho com GESTAR mostrando que devemos continuar diante das dificuldades e que não devemos castrar a criatividade do aluno em nenhuma das situações vivenciadas, mesmo que não seja a melhor, pois com o tempo a aprendizagem vai se aperfeiçoando e criando laços de solidez e coerência.


2° momento: estudo das seções de cada unidade:

Foi realizada leitura compartilhada e em grupo, discussão e socialização do estudo das unidades, oportunizando o professor-cursista sugerir, concordar e discordar de alguns questionamentos envolvendo a relação lógica de identidade de um texto, estabelecendo a comparação entre elementos lingüísticos e situação de interação do autor e do leitor. Foi observado, também, por parte dos professores que essas unidades estão fortificando as anteriores, no sentido de se trabalhar a produção textual buscando coerência e continuidade de sentidos e que é necessário raciocinar de acordo com as relações dessa comparação e identidade dentro de um determinado contexto.


3° momento: ler, discutir, analisar e escolher dentre os Avançando na Prática da unidade 20 a ser aplicada na sala de aula:

Foram lidas, comentadas e analisadas, em equipe, as atividades do AAA, e a partir dessa análise se deu à escolha das que deveriam ser aplicadas na sala de aula, mediante o nível da turma que iria desenvolvê-las, tendo o cuidado de trabalhar sempre as que oportunizam o aluno a criatividade e produção textual, visto que: “ Para produzir sentidos , para ser coerente, um texto deve fornecer informações adequadas para que o leitor/ouvinte seja capaz de construir uma representação do mundo textual. As relações lógicas dão pistas sobre como essas informações devem ser organizadas. Reconhecer isso é parte das competências de leitura, de interpretação e de produção de um texto” (Maria Luíza M. S. Coroa)


4° momento: planejamento da Oficina e elaboração do calendário da socialização da mesma:

Dentre os avançando na prática, foi escolhido o da seção 1 da unidade 20, por estar ligado ao anterior (unidade 18), já trabalhado, com o objetivo de aprofundar mais a coerência e continuidade de sentido do texto, levando o aluno a ler, interpretar e descobrir a coerência ou não no texto produzido por eles ou em outros, como o exemplo do avançando. Nessa oficina não traçamos um cronograma para a socialização, por se tratar de uma continuidade ou reforço da anterior.


5° momento: concluindo o encontro...

Terminamos a primeira etapa do GESTAR II. Dizer que a aprendizagem foi suficiente é impossível, porque requer muito tempo e estudo, mas a troca de experiências, as orientações dos TPs, as atividades, os avançando na prática, foram subsídios maravilhosos para se fazer um bom trabalho. Agora, na expressão de Libâneo (1994, p. 192).: Cabe ao professor ter a criatividade e flexibilidade para escolher os melhores procedimentos, combiná-los, tendo em vista sempre o que melhor possibilita o desenvolvimento das capacidades cognoscitivas dos alunos . É necessário que o professor-cursista entenda e trabalhe a leitura na sala de aula como um processo de criação e descoberta em que o aluno, orientado pelo ele, deve ser capaz de perceber que o texto traz muito além das informações implícitas, e “entenda que por trás deles há um sujeito, uma história, uma ideologia e valores particulares e próprios da comunidade em que está inserido” e que esse tenha coerência e continuidade de sentido em todas as relações lógicas e com a situação em que é produzido.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

RELATÓRIO DO DÉCIMO PRIMEIRO ENCONTRO – GESTAR II




"A prática educativa é tudo isso: afetividade, alegria, capacidade científica, domínio técnico à serviço da mudança ou lamentavelmente, da permanência do hoje." (Paulo Freire)

RELATÓRIO DO DÉCIMO PRIMEIRO ENCONTRO – GESTAR II

LÍNGUA PORTUGUESA

Mais uma vez nos encontramos! Que bom!!! O encontro de várias pessoas com os mesmos objetivos se traduz em interação e troca de conhecimentos!

Esse encontro se realizou no dia 28 de setembro, na sala do GESTAR, com duração de quatro horas tendo início como sempre as sete e trinta e terminando às onze horas e trinta minutos, com o objetivo de socializar a Oficina da seção 1 da unidade 18: Quebra-cabeças com textos verbais e não-verbais. O encontro foi realizado seguindo as etapas seguintes:

1°: Leitura do texto e reflexão referenciando a continuidade de sentidos;

2º: Discussão sobre o conteúdo estudado nas unidades 17 e 18, tirando dúvidas, opinando e tecendo críticas a respeito das propostas do Avançando na prática;

3°: A socialização da oficina por parte de cada professor-cursista;

4°: O desenvolvimento da atividade da página 220 do TP 4;

5°: Avaliação da oficina quanto ao objetivo pretendido;

5°: Conclusão e apresentação das unidades 17 e 18 do TP5.

Iniciamos o encontro com um texto (de Djanira Luz, escritora e humorista) que retrata bem o duplo sentido e, ao mesmo tempo, a falha na comunicação entre leitor e receptor, mostrando que nenhuma comunicação surge do nada, é preciso que haja um elo significativo para que haja sentido e entendimento do falante e do ouvinte.

1°: Leitura do texto e reflexão referenciando a continuidade de sentidos:



Ao refletirmos percebemos que faltou uma continuidade de sentido no dialogo entre os dois e compreende-se que é preciso estabelecer na interlocução uma multiplicidade de fatores que muitas vezes não estão explícitos no texto, dependendo do conhecimento de mundo e das experiências prévias das pessoas que o interpretam. Assim, entendemos que a Oficina trabalhada: Quebra-cabeças, foi sem dúvida uma atividade que requer raciocínio lógico e muita percepção para que o produto: textos verbais e não-verbais tenham coerência e continuidade de sentidos.

2º: Discussão sobre o conteúdo estudado nas unidades 17 e 18, tirando dúvidas, opinando e tecendo críticas a respeito das propostas do Avançando na prática:

Nessas unidades, foram trabalhados o ESTILO, a COERÊNCIA, e as relações entre as partes, vivenciando a compreensão, traçando um elo entre os textos verbais e não verbais, construindo e analisando a unidade de sentidos, nos trabalhados e nos produzidos pelos alunos durante o desenvolvimento da Oficina. Percebeu-se que o professor-cursista se identificou com o avançando na prática, ou melhor, não só o professor, também os alunos pela participação efetiva demonstrando interesse e habilidade na construção e na montagem dos quebra-cabeças que, na verdade, é um ótimo exercício de percepção e raciocínio rápido para quem está executando a tarefa.

3°: A socialização da oficina por parte de cada professor-cursista:

Os professores-cursistas, de posse do material que foi trabalhado por eles e os produzidos pelos alunos, socializaram a oficina, apontando a seqüência vivenciada na sala de aula: 1º) levaram quebra-cabeças com textos verbais, não verbais, para serem montados e interpretados pelos alunos mostrando a importância da coerência e continuidade de sentidos de um texto; 2º) os professores pediram aos mesmos para trazerem gravuras para confeccionarem os seus quebra-cabeças e depois de confeccionados produzirem os textos e, ainda, recortarem estes, para que outros grupos da classe montassem e tecessem comentários a respeito, surgindo uma variedade de gêneros textuais, como: parlendas, trava-línguas, adivinhações, crônicas, provérbios, enriquecidos também com textos jornalísticos, religiosos e científicos.

4°: O desenvolvimento da atividade da página 257 do TP 5:

Os professores, em grupo, realizaram a atividade proposta analisando os elementos essenciais na construção do mesmo para a continuidade de sentidos, relacionando a linguagem não verbal à verbal e as articulações existentes na coesão e efeitos que contribuem para uma boa informação do texto escrito e dos produzidos e discutidos por todos.

5°: Avaliação da oficina quanto ao objetivo pretendido:

Acompanhando todas as oficinas, observei a interação dos alunos no desenvolvimento da mesma e o interesse demonstrado no momento da construção e socialização. Os grupos, em cada sala de aula observada, trouxeram suas gravuras, montaram seus quebra-cabeças e depois de uma breve discussão produziram textos sobre o que tinham montado, ou recortavam textos para outros grupos organizarem observando a seqüência, descobrindo a importância da coerência textual através do trabalho prático e coletivo. Também relataram a importância da intertextualidade e da criatividade na oficina desenvolvida. Senti, através dos relatos e das apresentações que os objetivos foram alcançados, porque os alunos mostraram que entenderam o propósito do trabalho com quebra-cabeça: identificar a necessidade de coerência e continuidade de sentido no texto.

5°: Conclusão e apresentação das unidades 19 e 20 do TP5.

A oficina serviu de subsídio para que o professor-cursista possa desenvolver com mais eficácia o trabalho com produção de texto na sala de aula, pois sendo uma atividade lúdica e, ao mesmo tempo, didática oportuniza-o a criar frases orais e escritas que aos poucos vão formar textos com mais significados e que podem estar intimamente ligados a busca da harmonia entre as idéias e os sentidos que se quer dar ao texto produzido. É um trabalho dinâmico, mas ao mesmo tempo, requer a participação e percepção apurada de quem orienta, para que os resultados possam ser satisfatórios dentro dos objetivos propostos, sendo coerentes, despertando interesse e emoções com quem estamos trabalhando, pois sem emoção, podemos até ser coerentes; com ela, muitas vezes somos contraditórios, mas sem ela não há sentido no que fazemos e vivemos e, ainda, podemos destorcer uma realidade que poderia dar certo. Se emocionar com o trabalho que fazemos é um sinal de que o mesmo está rendendo frutos. E no pensamento de que fruto que deverá vir sempre apresentamos as unidades 19 e 20 do TP5 para serem estudadas em casa a fim de debatermos no nosso próximo encontro, dia 05 de outubro.(fotos da Oficina).


quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MEMÓRIAS!!!

SAUDADES!!!!

Jamais a vida terrena lhe sorrrirá de novo,

Olho em volta, tudo em vão,

Seus olhos penetrantes, seu jeito meigo de falar,

Envolvia-nos, com seu abraço,

Fazia de seu dia, uma constante oração de paz

Amar, só, você mamãe, sabia com sensatez!


Morreste a carne, uma matéria perecível.

Ora! Não morreste a alma!

Rumaste para o infinito, para as estrelas;

És uma delas, temos certeza,

Invadiste o céu, estás com Deus.

Realmente, você não é da terra.

A tua vida é no céu!


Saudades! Temos todos os dias

Amamos-lhe, sentimos sua falta

Unimos-nos e juntos suportamos a dor,

Dor, ferida invisível que nos faz sofrer

Assim é a nossa dor, peito apertado

Deus te levou, aceitamos, mas um vazio ficou,

É saudade mamãe, é saudade, que

Sentimos por te amarmos com muuuuuuito amooorrrrr!!!!!

Edileusa,

PAPAI!!!

Dentro de mim, mais precisamente no meu peito

Armazena-se uma saudade doída e profunda,

Mesmo que o tempo tenha passado trejeito

Imagino Você falando com tanta ternura

Amo meus filhos eles são minha vida

O amor permanece, mas você se foi!!!



Lembranças são tantas, não há como evitar

E a saudade que grita no peito sem cessar

Inundando minha alma que não quer calar

Tu serás sempre meu PAI, pode acreditar

E a morte, mesmo traiçoeira, não vai nos separar!

Saudades, Papai!!!!! Te amarei sempre.

Edileusa

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

AVALIAÇÃO DO TRABALHO DA PRIMEIRA FASE DO GESTAR II


Avaliar é bem difícil

Mas eu posso falar

O GESTAR II na escola

Veio pra modificar

Um método tradicional

Que insistimos em usar


É um jeito diferente

De ensinar e aprender

O aluno curioso

Logo procura saber

E a pergunta suscitada

Ele mesmo vai responder


Oportuniza o aluno

A pesquisar e criar

Conhecer gêneros textuais

Sem precisar se estressar

Produzindo os seus textos

Que irão apresentar


São oficinas interessantes

Que exigem a atenção

Dos alunos e professores

E uma total interação

O aluno trabalhando

Mostrando a transformação


Estamos tendo o apoio

Da Secretaria e coordenação

Que atendem o nosso pedido

Com muita dedicação

O material necessário

Para a toda realização


Apesar das dificuldades

Está sendo bem aceito

Os professores e alunos

Mostram-se bem satisfeitos

Com o trabalho renovado

A educação tem jeito


Nas oficinas trabalhadas

Foi boa a participação

Do aluno em cada sala

Que com grande animação

Em grupo ia fazendo

Sua apresentação


Desenhando, recortando

Colando, contando história

Rimando ou não, criavam

Traços de sua memória

Transpondo gêneros e textos

Com uma presença notória.


Os encontros são marcantes

Na troca de experiências

Os cursistas dão e recebem

É uma recíproca vivência

Do dia-a-dia da escola

Adquirindo competência


Avaliando as oficinas

O cordel foi a primeira

Os alunos encenaram

Cordéis de forma faceira

Seus versos também criaram

Da cultura brasileira


Teve uma noiva engasgada

Que encenaram com graça

Com personagens bem vivos

Num casamento na praça

Mostrando criatividade

Valorizando a raça.


A segunda oficina

Com a transposição didática

A letra virando música

A história, matemática

Texto bíblico, propaganda

Receita culinária

Virando fórmula de amor

Uma situação fantástica


Na terceira, a turma teve

A grande oportunidade

De trabalhar muitos temas

E foi grande a variedade

Pois a língua não tem fronteiras

E o GESTAR mostra de perto

Essa multidisciplinaridade


A quarta oficina escolhida

O aluno produziu

Utilizando a pesquisa

Conhecendo no Brasil

Animais em extinção

E a forma de correspondência

Que o colega se serviu


Pesquisar e aprender

É descobrir a extinção

De tantos animais

E produzir um cartão

Falando sobre o coitado

Que não tem sua atenção


É criando o seu texto

Nesta intertextualidade

De qualquer área é certa

O importante é a qualidade

Pra enriquecer o saber

Globalizando a realidade


Essa mistura de saberes

Para o aluno é importante

Tira a viseira dos olhos

Abrindo seu horizonte

É troca de experiência

Produção interessante


Gente que ensina e aprende

É sociocomunicação

Saindo com fluência

Sua rica opinião

Ampliando os saberes

Reformulando a educação


Eu fico maravilhada

Com a participação

Dos alunos e dos cursistas

Na nova implementação

O GESTAR II faz a história

É uma revolução


Quanto a mim, Posso dizer

Faço um esforço tremendo

Estudo o material

Com quem não está entendendo

Tirando dúvidas surgidas

E assim vou aprendendo


Dificuldades existem

Isso não posso negar

Mas gosto de desafios

Eles vão fortificar

O gosto pelo trabalho

Que tenho a realizar


E assim vamos trocando

Dezenas de experiências

Inovando a nossa prática

Lutando pela excelência

Educação se constrói

Unidos e com competência

Sendo assim o GESTAR II é

A fonte de referência